A plataforma

Tudo que o seu restaurante precisa, num backend só.

Comece pelo que dói agora — pedido no WhatsApp, site direto, impressão na cozinha — e acenda o resto conforme a operação cresce.

Perguntas sobre a plataforma

O que o FoodyOS substitui?
Na prática, o monte de ferramentas que o restaurante junta hoje: PDV e cozinha (tipo Toast ou Square), seu site e pedido online (Wix ou Squarespace), o app de fidelidade, o serviço de impressão de comanda, a ferramenta de delivery próprio e as reservas (OpenTable). Tudo isso vira módulo dentro de uma plataforma só.
Está tudo incluído mesmo?
Sim — PDV, KDS, pedido online no seu site, despacho de delivery próprio, recepção e reservas, fidelidade e estoque fazem parte da mesma plataforma. Você ativa o que precisa hoje e acende o resto depois, sem trocar de sistema.
Preciso de software separado pro meu site, pra fidelidade ou pra impressão?
Não. O site de pedidos já vem com o FoodyOS (três templates, no seu domínio). A fidelidade já gera o passe no Apple Wallet. E a impressão de comanda e recibo sai direto em qualquer impressora térmica ESC/POS — sem contratar serviço à parte pra cada coisa.
A impressão emite cupom fiscal?
Não. O FoodyOS imprime comanda de cozinha e recibo de venda em impressora térmica ESC/POS. Documento fiscal — NFC-e, SAT-CF-e — é uma camada regulada à parte e não é substituída pelo FoodyOS.
Dá pra receber pagamento pelo site?
O checkout do site usa confirmação manual de pagamento hoje: o cliente paga por transferência, dinheiro ou cartão na entrega/no local, e o caixa confirma o comprovante antes de liberar a cozinha. Pagamento com cartão nativo no checkout do site é roadmap de curto prazo. Pix no checkout ainda não está disponível.
O FoodyOS tem a mensalidade mais barata do mercado?
Não, e a gente não vai fingir que tem. O Square — que citamos aqui mesmo como um dos sistemas que o FoodyOS substitui — publica PDV, KDS e pedido online por US$ 79 por mês nos Estados Unidos, contra os US$ 149 do FoodyOS (planos publicados em squareup.com, agosto de 2026). A nossa mensalidade é maior e inclui mais coisa, e vale conferir item a item o que entra em cada pacote, porque muito plano anunciado "a partir de" cobra à parte pelo que a gente já inclui. Mas não é a mensalidade que decide a conta de um restaurante que vende por delivery: é a comissão. No iFood são 12% de comissão no Plano Básico e 23% no Plano Entrega, mais 3,2% sobre o pedido pago pela plataforma (planos publicados em parceiros.ifood.com.br/restaurante/planos-ifood, agosto de 2026). Num pedido de R$ 100,00 pelo Plano Entrega isso dá R$ 26,20 — mais do que qualquer diferença de mensalidade entre um sistema e outro. Esse percentual não existe no pedido direto.
Quanto eu economizo saindo do iFood?
Depende de quantos pedidos passarem a entrar pelo seu canal — e só desses. Não existe interruptor: o pedido que continuar entrando pelo app continua pagando a taxa do app. Num pedido de R$ 100,00 pelo Plano Entrega, a comissão de 23% mais a taxa de 3,2% sobre o pedido pago pela plataforma somam R$ 26,20; pelo Plano Básico, os 12% mais a mesma taxa somam R$ 15,20. É esse valor que fica com você em cada pedido que passar a entrar pelo seu WhatsApp ou pelo seu site — e nada nos pedidos que continuarem no marketplace. Também não achamos que você deva sair do iFood: ele coloca seu restaurante na frente de quem nunca ouviu falar de você. O ganho está em usar o marketplace pra captar e o canal direto pra fazer o cliente voltar. Taxas conforme os planos publicados em parceiros.ifood.com.br/restaurante/planos-ifood, agosto de 2026.