Reservas, fila de espera e mapa de mesas numa tela só.
O FoodyOS traz a recepção para dentro do mesmo sistema que já roda o caixa e a cozinha. Numa tela você tem o mapa de mesas com o estado de cada mesa ao vivo, as reservas do dia e a fila de espera com o tempo cotado de cada grupo. Ao sentar o grupo, a comanda daquela mesa abre na mesma operação e segue para o Kitchen Display e para a impressora da praça. Está tudo na assinatura — não é módulo à parte.
O que é o mapa de mesas?
É a planta do seu salão desenhada uma vez e usada todo dia como painel ao vivo.
No editor você monta o salão como ele é: mesas redondas, quadradas, retangulares e ovais, balcão, camarote e as paredes que separam os ambientes. Cada mesa recebe uma capacidade e uma seção — salão interno, área externa, bar, terraço. Depois disso a planta para de ser um desenho e vira operação: cada mesa mostra em que estado está e, quando tem gente, quem está sentado ali.
São cinco estados, e só cinco. Um mapa de mesas que aceita qualquer coisa vira um mapa em que ninguém confia na sexta à noite.
Os estados que uma mesa assume
- Livre
- Ninguém sentado e nenhuma comanda aberta. É a mesa que a recepção pode entregar agora.
- Ocupada
- Tem grupo sentado. A mesa guarda o nome do grupo, quantas pessoas são, a hora em que sentaram e a comanda que está aberta ali.
- Reservada
- Mesa segurada para uma reserva que está por chegar. Segurar não é travar: se o grupo atrasa e você precisa da mesa, dá para sentar assim mesmo.
- Precisa limpeza
- O grupo saiu e a mesa ainda não virou. Fica sinalizada no mapa para ninguém entregar uma mesa suja sem saber.
- Manutenção
- Fora de operação — cadeira quebrada, obra, mesa emprestada para um evento. Some da conta de mesas disponíveis.
A mesa ocupada guarda mais do que “tem gente”: o nome do grupo, quantas pessoas, a hora em que sentaram, de qual reserva ou de qual lugar na fila aquele grupo veio, e o garçom responsável pela praça naquele dia. É a diferença entre um mapa colorido e um mapa que responde perguntas.
Como funciona a fila de espera num sábado cheio?
A recepção lança o grupo com nome, quantas pessoas e o tempo cotado — 15, 30, 45 ou 60 minutos — e a fila fica visível ao lado do mapa de mesas.
O tempo cotado é escolhido de uma lista curta de propósito. Quando cada pessoa da recepção inventa o próprio número, a fila deixa de ser comparável de um turno para o outro e ninguém consegue dizer se a noite melhorou ou piorou. Com quatro opções, a espera que você promete na porta é a mesma coisa a noite inteira.
Grupos vão de 1 a 20 pessoas e cada um pode levar uma observação livre: cadeirinha, aniversário, restrição alimentar, o cliente que prefere a área externa. Telefone é opcional — dá para rodar a fila inteira só com nome e tamanho do grupo, que é como a maioria dos salões trabalha na prática.
Como as reservas do dia entram no sistema?
A reserva é registrada na tela de Recepção com nome, número de pessoas, data, hora e observação, e a partir daí ela tem um status que a sua equipe controla.
Os status cobrem a noite inteira, inclusive as partes chatas: pendente, confirmada, recusada, em espera, check-in feito, sentada, no show e cancelada. O no show tem status próprio porque é informação, não fofoca: no fim do mês você consegue olhar quantas mesas ficaram vazias esperando alguém que não veio.
Quando a hora se aproxima, a mesa daquela reserva pode ficar marcada como Reservada no mapa. E quando o grupo chega, sentar a reserva é o mesmo gesto de sentar qualquer grupo — a mesa passa a Ocupada carregando a reserva de onde veio.
Uma restrição proposital: não dá para registrar reserva com data no passado. Parece detalhe, mas é o tipo de coisa que suja o histórico de no show e o número de mesas giradas quando alguém corrige a agenda no dia seguinte.
E quando chega um grupo sem reserva?
A recepção senta o grupo direto do mapa, e o FoodyOS abre a comanda daquela mesa na mesma operação.
É a sequência inteira, do jeito que acontece no salão:
O grupo chega sem reserva
A recepção lança o grupo na fila de espera com nome, quantas pessoas (de 1 a 20) e o tempo cotado — 15, 30, 45 ou 60 minutos. Se tiver alguma observação, cadeirinha, aniversário, restrição alimentar, ela vai junto.
Uma mesa vira
A mesa que estava Ocupada é liberada e volta como Livre ou como Precisa limpeza — quem libera escolhe. A fila e o mapa de mesas estão na mesma tela, então a recepção vê a vaga aparecer sem trocar de aba.
A recepção senta o grupo
Escolhe a mesa, confirma o nome e o tamanho do grupo, e pronto. A mesa passa a Ocupada carregando quem sentou, quantos são, a hora e o garçom responsável pela praça naquele dia.
A comanda abre na mesma hora
Sentar o grupo e abrir a comanda daquela mesa acontecem na mesma operação, não em dois passos. Não existe o meio-termo de grupo sentado sem comanda aberta — que é exatamente onde o consumo some no fim da noite.
A comanda vai para a cozinha
Os itens lançados na comanda aparecem no Kitchen Display marcados como pedido de salão, com o número da mesa, e imprimem na praça certa — quente, fria ou bar — conforme a categoria do cardápio.
O passo 4 é o que mais importa e o que menos aparece. Sentar o grupo e abrir a comanda são gravados juntos, numa operação só: ou as duas coisas acontecem, ou nenhuma acontece. Foi construído assim de propósito, porque mesa ocupada sem comanda aberta é consumo que ninguém cobra — e num sábado cheio ninguém percebe até fechar o caixa.
O que acontece quando a mesa vira?
Quem libera a mesa escolhe se ela volta como Livre ou como Precisa limpeza.
O grupo sai do registro da mesa, a mesa sai da contagem de ocupadas e a recepção já pode chamar o próximo da fila. Se a mesa voltar como Precisa limpeza, ela continua sinalizada no mapa até alguém resolver — e continua podendo ser sentada, porque num salão cheio quem decide é a pessoa na porta, não o software. A diferença é que ninguém entrega uma mesa suja sem saber que está entregando.
Esse ciclo — sentar, girar, sentar de novo — é o número que decide a noite de um restaurante com salão. Ter todos os passos dentro do mesmo sistema é o que faz esse número existir de verdade.
A comanda da mesa chega na cozinha?
Chega — pela mesma fila por onde chegam os pedidos do WhatsApp e do site.
A comanda aberta na mesa é o mesmo tipo de pedido que entra pelos outros canais, só que marcada como pedido de salão e amarrada ao número da mesa. Ela aparece no Kitchen Display junto com retirada e delivery, nas colunas de novos, em preparo e prontos, e a cozinha vê a mesa na comanda sem precisar perguntar nada para o garçom.
Da comanda sai a impressão: cada categoria do cardápio é roteada para a praça que produz aquilo — quente, fria, bar — em qualquer impressora térmica ESC/POS que você já tenha. O estoque dá baixa nos insumos do que foi lançado, então o consumo do salão entra na mesma conta do consumo do delivery.
O cliente da mesa é o mesmo cadastro do cliente do WhatsApp?
É, desde que o pedido carregue o telefone: o cadastro de cliente é indexado pelo número.
O FoodyOS resolve o cliente pelo telefone em formato internacional. Quem pediu uma pizza pelo WhatsApp na terça e jantou no salão no sábado com o mesmo número é uma pessoa só no sistema, não duas. É isso que faz a fidelidade funcionar nos dois lados: os pontos acumulam no cadastro do telefone, venha o consumo do delivery ou da mesa.
E o inverso também importa dizer: o cliente não cria conta, não escolhe senha e não tem área logada. O telefone é a chave, e só. O histórico de consumo daquele número fica no cadastro dele, dentro do seu sistema.
E o pagamento da mesa?
No Brasil, hoje, o pagamento é confirmado manualmente pelo caixa.
Pix manual direto para a sua conta, transferência, dinheiro ou cartão na maquininha que você já usa. A pessoa do caixa confere e dá baixa no pedido dentro do FoodyOS. Pix automático no checkout não está disponível — está no roadmap e não prometemos data. Preferimos escrever isso aqui do que deixar você descobrir na implantação.
O que não muda é o ritmo da cozinha: a comanda vai para o Kitchen Display quando é lançada, não quando o pagamento é confirmado. Numa mesa de salão, em que se paga no fim, seria inviável de outro jeito.
O que o FoodyOS não faz aqui
A lista honesta, para você não precisar descobrir depois.
- Pix automático no checkout do site. Roadmap, sem data. Pagamento no Brasil é manual hoje.
- Multi-unidade nativo. Hoje é uma conta por restaurante. Se você tem três casas, são três contas. Multi-unidade está no roadmap.
- Documento fiscal. Imprimimos comanda e recibo. NFC-e e SAT-CF-e continuam com o seu emissor.
- Custo de ficha técnica por prato. O estoque baixa insumo por pedido, mas não fechamos custo por receita.
Se alguma dessas for decisiva para você, é melhor saber agora. Fale com a gente na demo e diga qual — a resposta vai ser a mesma que está escrita aqui.
Perguntas frequentes
- O FoodyOS tem sistema de reservas para restaurante?
- Tem, e vem junto com o resto da plataforma. A reserva é registrada na tela de Recepção com nome, quantidade de pessoas, data, hora e observação, e passa a viver num ciclo de status que a sua equipe controla: pendente, confirmada, recusada, em espera, check-in feito, sentada, no show ou cancelada. O grupo pode ter de 1 a 20 pessoas e a data não pode ser no passado. Quando o horário se aproxima, a mesa daquela reserva pode ficar marcada como Reservada no mapa de mesas para ninguém entregar o lugar sem querer.
- Como funciona o controle de fila de espera?
- A recepção adiciona o grupo com nome, quantas pessoas e o tempo cotado — 15, 30, 45 ou 60 minutos — mais uma observação livre se precisar. A fila fica na mesma tela do mapa de mesas, então quem está na recepção vê a espera e as mesas ao mesmo tempo. Quando uma mesa vira, o grupo sai da fila e vai direto para a mesa, com a comanda abrindo na mesma operação. Telefone é opcional: dá para rodar a fila só com nome e tamanho do grupo.
- Dá para montar o mapa de mesas do meu salão?
- Dá. Você desenha a planta uma vez no editor — mesas redondas, quadradas, retangulares e ovais, balcão, camarote e paredes — define a capacidade de cada mesa e a seção a que ela pertence, como salão interno, área externa ou bar. Depois disso a planta vira o painel do dia a dia: cada mesa mostra o estado em que está e quem está sentado nela. Mudou o layout do salão? Você mesmo edita a planta, na hora que quiser.
- A reserva segura a mesa de verdade?
- Segura, e sem virar uma armadilha. A mesa marcada como Reservada aparece assim no mapa para a equipe não entregar o lugar por engano. Mas se o grupo da reserva atrasa e você precisa girar aquela mesa, ela continua podendo receber gente — segurar a mesa não bloqueia o salão. Quem decide é a recepção, olhando a noite real, e não uma regra do sistema.
- A comanda aberta na mesa vai para o Kitchen Display?
- Vai. A comanda da mesa é o mesmo tipo de pedido que entra pelo WhatsApp ou pelo site de pedidos, só que marcada como pedido de salão e amarrada ao número da mesa. Ela aparece no Kitchen Display junto com os pedidos de retirada e de delivery, e imprime na praça certa em qualquer impressora térmica ESC/POS. O estoque dá baixa nos insumos do que foi lançado. Ninguém redigita nada entre o salão e a cozinha.
- O cliente que senta na mesa é o mesmo cadastro do cliente do WhatsApp?
- É, desde que o pedido carregue o telefone. O cadastro de cliente do FoodyOS é indexado pelo telefone em formato internacional, então o mesmo número resolve para o mesmo cadastro, tenha o pedido entrado pelo WhatsApp, pelo site ou aberto na mesa pelo garçom. É por isso que a fidelidade funciona no salão e no delivery com a mesma regra. O cliente não cria conta nem senha em lugar nenhum: o telefone é a chave.
- Como o cliente paga a mesa?
- No Brasil, hoje, o pagamento é confirmado manualmente. Pix manual para a sua conta, transferência, dinheiro ou cartão na maquininha que você já usa — a pessoa do caixa confere e dá baixa no pedido dentro do FoodyOS. Pix automático no checkout ainda não está disponível e está no roadmap, sem data prometida. Vale dizer que a cozinha não espera o pagamento: a comanda vai para o Kitchen Display quando é lançada, não quando o dinheiro entra.
- Reservas e fila de espera custam à parte?
- Não. Recepção, reservas, fila de espera e mapa de mesas estão na mesma assinatura de US$ 149 por mês por restaurante, cobrada em dólar, junto com PDV, Kitchen Display, site de pedidos, pedidos por WhatsApp, delivery próprio, fidelidade, estoque e impressão ESC/POS. Não é módulo adicional nem contrato separado. Hoje é uma conta por restaurante; multi-unidade nativo está no roadmap.
